segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

TERRENO BALDIO

 Fiz contato com o guri pelo aplicativo, já de madrugada. Branquinho, 20 e poucos anos, bem safado. Ele tinha feito contato com outro cara e estava procurando um 3º pra revezar no rabo dele. Topei. Ele me passou o contato do outro cara e eu passei de carro pra irmos juntos na casa do muleke.

O cara tinha uns 35 anos, barbudo, peludo, cara de safado. Entrou no meu carro e seguimos pra casa do guri. Ficamos falando putaria no trajeto, e conferimos que os os dois estávamos de pau duro. No carro, o cara disse que já tinha comido o muleke antes, que o guri gostava de fuder num terreno baldio perto da casa dele.

Ao chegar no prédio do guri, ele veio nos receber no portão. Já passavam das 2 hrs da manhã. O guri chegou na janela do carro e pediu pra gente seguir ele até um terreno meio abandonado que ficava dois prédios depois do edifício dele. A gente seguiu o muleke.

Chegando lá, ele conduziu a gente até o fundo do terreno, já se ajoelhou e abriu minha bermuda e a calça do outro cara e começou a chupar a gente. Nem demorou muito, ele baixou o short que tava usando e eu vi aquela bunda branquinha, lisinha, redonda. Caí de boca naquele rabo, e o outro cara ficou esfregando a pica no rabo do guri. Aproveitei pra chupar a pica do cara também.

Molhei bastante a pica do cara e conduzi até o cuzinho do muleke. O guri recebeu a pica do cara, gemendo baixinho. Eu olhando bem de perto. Passei cuspe na minha pica e foi a minha vez de meter no cuzinho dele. Cu macio, já usado, entrou fácil. O outro cara, batendo punheta ao lado.

Aí, o cara pediu pra meter de novo no guri. Dei espaço. Ele meteu de vez. O guri gemeu alto. O cara foi acelerando as bombadas e, rapidinho encheu o rabo do muleke de porra. Assim que ele tirou o pau melado, eu aproveitei a porra dele como lubrificante e meti minha pica. Dava pra sentir a porra dele envolvendo meu pau. O cu deslizando fácil. 

Gozei muito dentro do cu do guri. Minha pentelhada ficou melada de porra misturada. O muleke ainda veio lamber meu pau e o do cara, e gozou agachado, com as duas picas na boca. Saímos dali calmamente, sem dizer quase nada. Levei o cara na casa dele e voltei pra casa com os pentelhos cheirando a porra alheia.




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