quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

COROA NO SUPERMERCADO

 Eu estava no supermercado, fazendo compras. Notei que o coroa estava me acompanhando com o olhar. 60 e poucos anos, grisalho, bonito. Eu discretamente fazendo as compras. Até que ele se aproxima, puxando papo: "Você sabe onde fica o sal?". Eu abri um sorriso e indiquei o corredor do sal. Ele agradeceu e saiu me olhando.

Quando eu estava no caixa, ele veio ficar atrás de mim, na fila. Puxou conversa de novo, falou umas amenidades. Eu passei minhas compras e fiquei enrolando, dando um tempo até ele passar as compras dele. Fomos juntos pro estacionamento. Aí, eu perguntei: "Tá de bobeira?". E ele disse que sim. Aí, eu propus: "Vamos ficar mais à vontade?". Ele riu e perguntou onde. E eu disse: "Vem no meu carro comigo".

Entramos no carro, e levei ele pra uma parte mais afastada do estacionamento do supermercado. Já apalpei o pau dele por cima da calça jeans. Ele rindo e dizendo: "Cara, você é maluco". 

Estacionei o carro, e abri a calça dele, colocando o pau dele pra fora. Um pau branco, reto, grossinho, cabeça rosada, sem pele. E comecei a chupar o pau dele ali mesmo.

Ele segurou minha cabeça e começou a fuder minha boca devagar. Ficou bombando o pau na minha boca e me xingando de viado. Eu engolindo a pica até o fundo, sentindo o cheiro do saco e dos pentelhos grisalhos. Ele empurrou o pau na minha garganta e avisou que ia gozar.

Encheu minha boca de porra grossa, em alguns jatos. Engoli tudo. Deixei o pau dele limpinho. Dirigi de volta ao carro dele. Ele saiu e disse que vai voltar mais vezes naquele supermercado.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2021

VIAGEM A TRABALHO

 Viagem de trabalho. Um colega de outro Estado ficou hospedado no mesmo hotel. Fizemos contato e, logo na primeira noite, ele já veio ao meu quarto e fudemos. Ele tinha uns 45 anos, pele morena, magro, pelos bem pretos. Pau médio, com pele. Chupei o pau dele e depois ele me comeu. Não demorou muito a gozar. 


Ficamos de papo, depois. Ele propôs que eu deixasse meu rabo à disposição dele, pra ele me comer quando ele quisesse naquela semana, em qualquer momento, ele ia sinalizar: "Vumbora!" e eu estaria com o cu à disposição. Topei na hora.

No dia seguinte, no café da manhã, ficamos em mesas separadas, nos cumprimentamos de longe. E seguimos pro trabalho. Já no evento da empresa, por volta das 11 horas da manhã, ele veio ao meu encontro e disse: "Vumbora!" e eu o segui. Ele me levou para um WC no segundo andar do Centro de Convenções. 

Ele ficou no mictório e eu fui pra uma cabine e baixei minha calça e a cueca. Ele passou cuspe na pica e meteu de vez. Doeu pra caralho, mas foda-se. Ele ficou bombando meu cu até que eu senti o pau dele latejando dentro do meu rabo. Deixou uma leitada e foi embora. Eu voltei ao trabalho, normalmente.

Mais tarde, de noite, já de volta ao hotel, depois do jantar, bateram na porta do meu quarto. Era ele, já entrou dizendo: "Deita de bruços". Eu obedeci, tirei a roupa e deitei de bruços. Ele deitou em cima de mim, dava pra sentir o hálito dele de cerveja, na minha nuca. Me comeu, gozou e foi embora.

No outro dia, ele veio depois do almoço, me levou pro mesmo WC e me comeu apressado, nem falou nada: chegou, meteu gozou e foi embora. Naquela noite, ficamos em mesas separadas, no jantar. Eu com uns colegas e ele com outros.

No último dia, logo depois do café da manhã no hotel, a mesma van nos levou ao aeroporto. Ao chegar lá, ele deu o comando: "Vumbora, despedida" e me levou pro WC do aeroporto. Me comeu na cabine, deixou mais uma leitada no meu rabo.

Nunca mais vi.





terça-feira, 2 de novembro de 2021

CASAL DE TURISTAS

 O casal de turistas (H+M) estava hospedado num hotel aqui perto. Fizemos contato pelo app. Ele 50 anos, brancão peludo, meio loiro, ela 45, bonitona.

Fui ao encontro deles no hotel. A fantasia dela era ver o maridão sendo enrabado. Topei na hora.

Subimos pro quarto. O marido meio nervoso. Tirei minha roupa. Ela, safada, fez o marido se ajoelhar e chupar meu pau. Ele gemia, meio choroso, entendi o jogo do casal. Ela tava humilhando ele. Entrei na brincadeira. Enfiei meu pau na garganta do marido.

Ela estava se divertindo muito, e foi ficando pelada. Depois mandou o maridão tirar a roupa. Ele sempre de cabeça baixa, humilhado. Ela se sentou na cama, de pernas abertas, apoiada na cabeceira e mandou o marido chupar a buceta dela.

O maridão ficou de quatro, lambendo a buceta da mulher. E eu caí de boca no rabo branco dele. Deixei bem molhado. Aí, ela ordenou: “Pode comer o cu desse viado!” Passei saliva na cabeça do meu pau e comecei a meter no rabo do marido, que continuava com a boca ocupada.

Meti a pica toda. O cara gemeu, choramingando. Fiquei no vai e vem devagar. Aos poucos, eu fui aumentando o ritmo. Ela começou a gozar e deu a ordem: “Pode gozar! Enche o cu desse viado de leite!” Eu obedeci e gozei em seguida. O marido, gemendo e choramingando.

Depois que eu gozei, ela me chamou pra ficar ao lado dela na cama, e a gente ficou vendo o marido batendo punheta e gozar. Sempre cabisbaixo. Foi uma das melhores fodas da minha vida. Tesão só de lembrar.

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sexta-feira, 24 de setembro de 2021

URSO SUBMISSO

Marquei com o cara no meio da tarde. Ele queria fuder no esquema submisso, queria um macho pra usar ele. 

Cheguei no apartamento, ele abriu a porta só de jockstrap. Ursinho, branquinho, barbudo, careca. Bunda branca lisinha.

Assim que ele me viu, caiu de joelhos, afundou a cara na minha calça pra sentir o cheiro do meu pau suado. E gemeu baixinho: “Eu quero te servir”.

Mandei ele desamarrar meu tênis com a boca, ainda no hall de entrada do apartamento. Fiquei brincando com o cuzinho dele.

Ele ficava repetindo baixinho, gemendo: “Eu quero te servir”.
Sentei no sofá da sala, fiz ele tirar meus tênis e cheirar meus pés suados. Ele cheirou e lambeu meus pés.

Baixei minha calça e fiz ele chupar meu pau e cheirar minha virilha suada.

Molhei meus dedos com saliva e fiquei brincando com o cu dele, pra abrir espaço.

Coloquei ele de quatro e enfiei a língua no rabo dele. O tempo todo ele de jockstrap. A gente tinha combinado que ele não ia nem mostrar o pau.

Fiquei lambendo o cu dele, pra deixar molinho. Até que molhei a cabeça da minha pica e fui metendo devagar.
Ele gemendo e agradecendo.

Fiquei bombando no rabo dele devagarinho até que eu avisei que ia gozar.

Ele gemeu: “Goza dentro do meu rabo, por favor, senhor”.
Enchi o rabo dele de leite e continuei bombando devagar.

Fiz ele limpar meu pau com a boca. Me vesti e fui embora.
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segunda-feira, 30 de agosto de 2021

ESQUEMA

 O cara é vizinho. A gente se esbarrou num app. Ficamos de papo. Aí, ele perguntou se eu topava fuder num esquema anônimo. Eu disse que topava. E falei: "Me espere com o rabo pra cima, de olhos vendados. O esquema é chegar, meter, gozar e ir embora. Sem papo, sem frescura." 

Ele ficou doido de tesão e me passou o endereço. Cheguei lá, ele me deu acesso ao prédio e eu subi, meu pau já estourando dentro da cueca. A porta do apartamento estava destrancada. 

Abri e vi aquele rabão branco. Ele ajoelhado em umas almofadas, com o corpo no sofá e o rabo à disposição.

Fechei a porta, brinquei com o cu dele com os dedos. Então, enfiei a língua naquele rabo. Ele gemendo baixinho, quase choramingando. Lambi muito aquele cu rosado, pra deixar bem molinho.

Abri minha calça, tirei o pau pra fora da bermuda, lubrifiquei a cabeça com saliva e encostei a cabeça na portinha do cu. Ele gemeu alto. Fui metendo devagarinho, sentindo o cu dele engolir meu pau aos poucos, até meus pentelhos roçarem na bunda dele. 

Assim que o rabo se acostumou com meu pau, comecei a bombar devagar. Eu tava com muito tesão, sem gozar há uns 3 dias, não demorei muito pra encher o rabo dele de leite. Ele choramingando, sentindo meu pau pulsando dentro do cu e me xingando: "Seu puto!"

Ainda fiquei no vai e vem dentro do cu dele, aproveitando a porra pra deslizar macio. Tirei meu pau ainda pingando, guardei dentro da cueca. Dei um beijo no cu dele, fiz um carinho no pau duração dele e no saco e fui embora.

É vizinho, acho que vai rolar de novo, qualquer dia desses.



quarta-feira, 11 de agosto de 2021

MAMADA NO SEGURANÇA DA OBRA

 Eu tava voltando pra casa de madrugada e passei por uma obra. Bem em frente à entrada da obra, tinha um solitário segurança, sentado numa cadeira de plástico improvisada. Negro, alto, esguio, mas com os braços e pernas grossos.

Ele tava sentado, alisando calmamente a pica, por cima da calça do uniforme. Volume bom. 

Diminuí a velocidade e abri o vidro do carro. Passei olhando. Ele me olhou e pegou no pau com vontade. Dei uma volta com o carro e parei ao lado dele. Ele disse que era pra eu estacionar na rua ao lado e chegar a pé. Eu obedeci.

Cheguei e ele ficava sorrindo e pegando no pau o tempo todo. Então eu perguntei: "E aí, tem leite aí pra mim?". Ele riu e respondeu: "A mamadeira tá cheia." E fez sinal para eu entrar no portão improvisado com tapume.

A obra já estava quase finalizada, mas a instalação elétrica ainda estava sendo feita. Tinha uma lâmpada solitária, pendurada em um fio no meio do salão de entrada. O segurança pegou outra cadeira de plástico, jogou um pedaço de papelão no chão, na frente da cadeira, baixou a calça e a cueca e sentou na cadeira.

Entendi o que era pra eu fazer. Me ajoelhei no papelão, na frente dele e caí de boca na pica do cara. Pica grossa, preta, saco pendurado. Ele puxou a pele da pica e eu senti o cheirão de pica suada. Limpa, mas suada. Fiquei cheirando um pouco a pentelhada e o saco. Aí, ele falou, sacana: "Quer chupar? Coloca dez reais na minha mão." 

Eu falei, com a voz tremida: "Quero". Peguei a carteira e entreguei uma nota de R$ 10 na mão dele. Ele guardou o dinheiro no bolso da camisa, depois pegou minha cabeça e enfiou a pica na minha boca.

Ficou fudendo minha boca, falando que ia fuder minha boca até gozar, que viado que fica manjando pica de macho tem mais é que levar porra na garganta. A pica era meio curvada pra baixo, então ele enfiava fácil na minha garganta. 

Apertei os lábios, quando senti que ele ia gozar e ele continuou fudendo minha boca, enquanto os jatos de porra grossa encheram minha boca. E ele falando: "Engole tudo, porra, engole essa porra". 

Deixei o pau dele limpinho. Ele se despediu rapidamente com um "Valeu". Eu fui pro carro, bati uma punheta e gozei ali mesmo, com a boca ainda cheirando a porra do cara. 

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segunda-feira, 2 de agosto de 2021

RAPIDINHA COM O BRANQUINHO

 O cara chegou e eu já abri a porta pelado. Branquinho, 40 e poucos anos, médico.

Sentou na cama, já com a bermuda aberta e o pau pra fora. Eu ajoelhei no chão e comecei a chupar a pica dele. Ele avisou que não ia poder demorar muito, que tinha que voltar pra casa.

Tirei a bermuda dele e fui sentar, mas ele me puxou mais um pouco e começou a chupar meu pau duro. Meu pau é maior que o dele e ele sempre fica encantado. Chupou bastante meu pau. Aí, eu passei saliva no meu rabo e na pica dele e sentei devagarinho.

Aí, ele disse: "Isso, só a cabecinha". Fiquei brincando de sentar na cabecinha, até que ele puxou meu quadril pra baixo e enterrou a pica no meu rabo. Meu pau latejando de duro. Ele molhou a mão dele de saliva e começou a bater punheta no meu pau.

Eu avisei que estava perto de gozar, ele acelerou a punheta e eu esporrei na barriga e no peito dele. Leite farto, grosso. Aí, ele me colocou de quatro na beira da cama e veio por trás. Meteu de vez no meu cu que já estava macio.

Não demorou muito, senti o pau dele latejando dentro do meu rabo, enquanto ele me chamava de puto. Ele se limpou com papel higiênico e foi embora. Me deixou aqui, com o cu cheio de leite.