sexta-feira, 30 de setembro de 2011

PUTARIA AO AR LIVRE

Putaria num terreno deserto. Por volta das 3 da tarde, um dia de sol. Fui até esse terreno deserto, onde rola putaria solta durante a semana. Tive contato com quatro homens. 

 1. Fiquei rodando com o carro, até que eu vi o primeiro. Um velho de uns 60 anos, cabeça branca, bem queimado de sol, de pé, ao lado de um fusca. Me aproximei e ofereci alguma ajuda. Ele estava com o pau duro. Um pau de tamanho médio, bem feito. Nem saí do carro, abri a porta do meu carro e ele ofereceu a pica pra eu chupar. Ficou dizendo que minha boca era quente. Perguntou se eu queria sentir a pica dele na bunda. Eu disse que não. Então ele avisou que ia gozar na minha boca mesmo. Me segurou pela nuca com as duas mãos e começou a fuder minha boca com força. Pouco depois, senti a pica dele pulsando e os jatos de esperma na minha boca. Engoli tudo e limpei a pica dele. Ele entrou no fusca e foi embora. 

 2. Um Ecosport vermelho com um gordinho dirigindo. Rosto bonito, jovem com menos de 30 anos. Parou o carro ao lado do meu. Eu abri as janelas e mostrei minha pica dura dentro do carro. Ele saiu do carro dele e entrou no meu. Foi direto de boca na minha pica. Me chupou até o fundo. Agarrei a cabeça dele e dei uns beijos nele, com o sabor da porra do velho do fusca ainda na minha boca. O gordinho gozou com meu beijo. 

 3. Fui com o carro até onde um Ka estava estacionado. Ao lado do carro, um rapaz de menos de 30 anos, branquinho, cara de cdf, totalmente pelado, batendo punheta fora do carro. Parei ao lado e fui logo saindo do meu carro e pegando na pica dele. Ele olhou pro outro lado, como se não fosse com ele. Caí de boca na pica e ele gemeu. A pica dele já estava melada. Fiquei chupando com vontade. Ele evisou que ia gozar. Senti os jatos de porra grossa dentro da minha boca. Ele entrou no carro dele pelado mesmo e saiu dirigindo. 

 4. Um cara de uns 50 anos, feio e magro, num carrão importado. Veio de ré até onde eu estava parado depois que o guri do Ka tinha ido embora. Eu já estava totalmente nu, quando o cara do carrão estacionou e abriu a porta. Eu me aproximei e ele chupou minha pica sentado no banco do carro. Eu em pé, do lado de fora. Avisei que ia gozar. Ele aumentou a pressão da boca na minha pica. Despejei minha porra na boca do cara. E fui embora.

sábado, 24 de setembro de 2011

MALHADÃO PASSIVO


Contato pela internet. O cara de 40 anos, grandão, passivo, queria dar o rabo sem camisinha e sem enrolação.

Trocamos telefone e ele me passou o endereço, pertinho de casa.

Falei pra ele: "Deixa a porta destrancada. Me espera nu, de quatro no chão da sala do apartamento."

Ele perguntou: "Quanto tempo você demora pra chegar?"

Eu disse: "É só o tempo de tomar uma ducha, porque eu acabei de chegar da academia."

Ele disse: "Eu também cheguei da academia agora e não tomei banho, vem suadão mesmo." Meu pau subiu na hora. E avisei que estava saindo de casa então.

Fui andando.

Em menos de 5 minutos, interfonei. Ele abriu o portão eletrônico e foi se posicionar.

Abri a porta do apartamento e me deparei com aquele rabão branco piscando pra mim. O cara estava só de tênis, de quatro, com o rabo à minha disposição.

Não contei conversa, caí de boca naquele cuzinho suado. Cheiro de suor de macho limpo. Babei no rabo dele, enquanto ele gemia com a cara enfiada numa almofada.

Tirei minha bermuda e passei cuspe na cabeça da minha pica.

Meti de uma vez. Deve ter doído, porque o cara apertou meu pau com o cu e soltou um gemido de dor.

Então eu falei baixinho: "Passivo tem que aguentar pica, porra! Aguente!"

Ele gemeu baixinho, quase chorando. Fui metendo e tirando a pica, pra alargar o cu dele.

Até que avisei que ia gozar. Tirei, gozei na portinha do cu e meti de novo.

Ele só gemeu.

Depois de meter mais um pouco, dei minha pica pra ele lamber. Ele chupou com vontade. Deixou meu pau limpinho.

Vesti a bermuda e bati a porta do apartamento.