terça-feira, 28 de abril de 2009

NO MEIO DA MADRUGADA


O cara me chamou no MSN.
Eu já conhecia o cara, ele já tinha me comido. Eu lembrava bem dele.
Pauzão respeitável, poucas palavras e muito rápido.

Veio com a mesma proposta direta: "Tá a fim de receber pica? Tô com tesão agora."
Eu disse: "Vem logo!"

Em menos de 10 minutos, o cara interfonou. Eu já atendi a porta totalmente pelado.
Ele veio logo passando a mão no meu rabo, dizendo que tava doido pra meter.

Eu abri a bermuda dele e engoli a pica toda. Ele ficou fudendo minha garganta, sem se importar se estava me engasgando.

Aí, ele abriu uma camisinha com cheiro de chiclete, me entregou um tubo de KY e disse pra eu lubrificar bem o meu rabo, que ele ia meter sem pena.
Eu fiz o que ele mandou e fiquei de quatro, no chão da sala, à espera.

Ele veio por trás, com a pica embrulhada na camisinha com cheiro de chiclete e meteu a pica de uma só vez. Senti uma dor e mordi meu antebraço, pra abafar um gemido alto. Xinguei o filho-da-puta.

Ele só disse que eu era um viado e que ele tinha ido ali pra fuder.

Então ele me conduziu ao sofá e me colocou com as pernas pra cima. E veio me fuder de frango assado.
Ficou bombando meu rabo um pouco e me colocou de quatro de novo. Mas não deixou eu tocar na minha pica. Disse que depois que ele saísse eu podia gozar.

Disse que meu cu era gostoso e que ia me encher de porra. Gozou em seguida.
Tirou o pau de dentro do meu cu e me deu a camisinha recheada de esperma.

Lavou a pica, se vestiu e foi embora, elogiando mais uma vez o meu rabo.

Me deixou com a porra dele dentro da camisinha com gosto de tutti-frutti pra eu me divertir.

sábado, 25 de abril de 2009

CASADO MAMADOR


Eu estava no saguão de embarque do aeroporto, esperando meu avião que já estava atrasado.
Notei um cara bonito, moreno, de barba por fazer, magro, olhando em minha direção.
Ele veio para bem perto e discretamente começou a passar a mão na pica, por cima da calça jeans dele. Olhando o tempo todo pra mim. Notei a aliança de ouro no dedo. O cara é casado.

Levantei e fui em direção a um banheiro ali perto. O cara veio atrás.

Me coloquei num dos mictórios e ele se posicionou exatamente ao meu lado, olhando o tempo todo pra minha pica.

Deixei a pica dura e mostrei a ele. Nesse momento, entrou um outro cara no banheiro. Resolvi sair dali. Ele veio atrás e puxou conversa.

Me disse para onde estava viajando, que era casado, mas que queria chupar minha pica.

Eu segui para um banheiro mais distante, numa área do saguão do aeroporto que não tinha nenhum embarque por perto.

Entrando no banheiro, fui logo para os mictórios e abri a minha calça.

O cara casado ficou alisando minha pica por uns momentos e logo se ajoelhou e engoliu meu pau. Ele chupava e gemia, sentindo o sabor da minha pica suada.

Ele olhou pra mim, tirou minha pica da boca e disse: "Quero teu leite. Goza na minha boca!" E voltou a mamar, olhando na minha cara.

Eu senti que estava perto. Avisei que ia gozar. Ele aumentou a pressão da boca.

Na hora que o primeiro jato de esperma saiu, ele abriu a boca e colocou a língua pra fora. Gozei na língua do cara. Ele gemendo de boca aberta.

Ele engoliu tudo. Se levantou, rapidamente lavou a boca na pia e saiu do banheiro, sem se despedir.

sábado, 4 de abril de 2009

DIA DE PORCO

Tem dias que eu acordo com vontade de ser porco.
Aproveitei a tarde de folga e fui ao cinema do shopping, em pleno dia de semana.
Depois de circular pelos banheiros do shopping, ávido pelos olhares dos putos que caçam por ali e pelo cheiro de mijo e merda, fui ver qualquer filme.

A sala estava praticamente vazia, um casal ao fundo, uns adolescentes do outro lado e só. Sentei no meio da platéia.
Logo que apagaram as luzes, notei que entrou um cara que eu tinha visto circulando pelos banheiros. Um cara de uns 40 anos, calvo, aliança no dedo.
Sentou na mesma fileira que eu, a umas três poltronas de distância.
Troquei olhares com o cara.
Eu tinha levado uma garrafinha de água mineral, e já tinha acabado de tomar a água toda, quando o cara "pulou" três poltronas e sentou-se exatamente ao meu lado, encostando o cotovelo no meu braço.
Meu pau subiu na hora.

O filme já tinha começado, quando notei que o careca enfiou a mão por dentro da bermuda. Eu suspirei. Aí o careca perguntou se eu queria ir ao banheiro do cinema com ele. Eu perguntei pra quê. Ele disse que estava apertado pra mijar. Eu entreguei a garrafinha de água vazia e disse, "Mija aqui." Ele riu e perguntou se eu estava falando sério. Eu disse que sim, e acrescentei que estava com sede.

Ele abriu a bermuda, tirou o pau e discretamente encheu a garrafa com 500ml e mijo fresco, amarelo e quente. Só o barulho do jato de mijo dentro da garrafa quase me fez gozar.
Ele terminou, fechou e me passou a garrafa quente. E me disse: "Agora bebe."

Levantei a garrafa contra a luz da tela do cinema e verifiquei a cor amarelada do mijo do careca. Abri a tampa e senti o cheiro forte da mijada do cara. Dei o primeiro gole. Mijo forte, salgado com sabor residual de café e chocolate.

Bebi os 500ml do mijo do cara, enquanto batia uma punheta pra ele com a outra mão. Assim que ele gozou, lambi o esperma pra limpar a minha mão.

Ele saiu do cinema, o filme nem tinha terminado.

Eu fiquei até o fim, com o hálito fedendo a mijo. O pau estourando dentro da calça.

Ao sair do cinema, fui direto pro banheiro e bati uma punheta ali mesmo.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

COROA GOSTOSO


Fazia tempo que eu não trepava.
Encontrei o coroa no local marcado, pedi para ele vir já sem cueca e sem tomar banho. Eu estava a fim de cheiro de virilha de macho.

No carro, indo para a casa dele, peguei a pica e comecei a chupar ali mesmo.

Ele tem 46 anos, acabou de se separar da mulher e estava doido pra comer um cu de macho.

Chegando na casa, ele foi ao banheiro e me deixou sozinho no quarto.

Tirei minha roupa toda e deitei de bruços na cama.

Ele entrou no quarto e caiu de boca no meu rabo. Lambeu meu cu até ficar relaxadão.

Aí, ele caiu na cama e me deu a pica pra chupar. Uma pica boa, grossinha, bonita. Engoli toda.

Então ele sentou na cama, encostado na parede e pediu pra eu sentar na pica.

Sentei feito uma puta.

Rebolei feito uma vagabunda.

Aí, ele me colocou de quatro e meteu a pica de vez.

Ficou bombando com força e avisou que ia gozar.

Encheu meu rabo de esperma grosso. Tanta porra que escorreu pelas minhas coxas e melou o lençol.

Eu lambi a pica dele, melada de esperma, com cheiro do meu rabo.

Quando o taxi chegou, ele se despediu com um beijo na boca.