domingo, 31 de maio de 2009

CONSERTANDO AS COISAS




O técnico apareceu aqui pela manhã, pra instalar umas prateleiras.

Fiquei acompanhando de perto.

Baixinho, magro, mas malhado, moreno, de rosto bonito. Veio com o uniforme da empresa.
Ficamos de papo.

Em um momento, ele pergunta: "E sua esposa saiu?"
Eu disse: "Eu moro sozinho, não tenho esposa."

Ele deu um sorriso maroto e continou o trabalho.

Quando ele terminou, ofereci um copo de água. Ele bebeu e continou o papo.

Num determinado momento, rocei levemente com meu braço na pica dele. Ele sorriu e disse: "Cuidado".

Aí, eu ataquei. Passei a mão na pica dele. E abri a calça. Saltou de dentro uma pica surpreendentemente preta, grande, bonita.

Me ajoelhei e comecei a chupar. Cheiro de pica suada. Já melada. Ele agarrou a minha cabeça e começou a fuder com minha garganta.
Tirei a roupa do cara e a minha.

Fomos pro quarto. Chupei a pica dele por um bom tempo, com vontade de dar o rabo pro técnico. Depois comecei a chupar o cu do cara. Quando notei, ele estava todo esparramado de pernas abertas em cima da cama pedindo pica.

Lambi o cu do cara pra encher de saliva e meti a minha pica devagar.

Ele gozou logo, meio de bruços. Eu gozei sentindo o cu dele apertar minha pica. Enchi o cu dele de esperma quente.

Ele saiu da minha casa com uma boa gorjeta.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

DOIS, MAS UM DE CADA VEZ.

O primeiro veio logo depois do almoço.
Gordinho, branquinho, pau médio-pequeno.
Veio cheio de carinhos. Chupou minha pica. Chupei a dele.
Beijos na boca.
Deitei ele na cama e sentei em cima.
Fiquei cavalgando até ele anunciar surpreso que estava perto de gozar.
Senti a porra enchendo meu rabo.
Gozei na barriga peluda do gordinho.

No fim da tarde, o outro apareceu.
Malhadão, bonitão, pauzudo.
Já chegou de pau duro, como sempre.
Tirou a bermuda, caí de boca na pica suada.
Ele pediu pra lamber meu rabo.
Notou que meu cu estava macio. Perguntou se eu já tinha levado pica mais cedo. Eu disse que sim.
Aí, ele meteu sem dó, comigo de quatro. Enfiava a pica toda e tirava. Depois voltava a enfiar de vez.
Ficou me comendo, me segurando pelas ancas e dando tapas na minha bunda branca.
Anunciou que ia gozar. Deixou uma leitada dentro do meu rabo.
Eu gozei em cima do lençol.
Depois ele ainda me levou pro banheiro e me deu um banho de mijo. "Porque puta a gente trata assim", ele disse enquanto jorrava o mijo amarelo e salgado da picona.

Depois que ele saiu, tomei um banho e fui andar pela cidade de noite, com o cu cheio de esperma, e o hálito de mijada de macho.

domingo, 10 de maio de 2009

MALHADO SAFADO




Garoto de uns vinte e poucos anos. Malhadão, jovial, gente boa.
Fui apresentadoa ele por um amigo em comum.
Ele tem tara por homens mais velhos.
Já chegou de pau duro, mal dava pra disfarçar o volume na bermuda de tactel.

Ele tirou a roupa rapidamente, ficou totalmente pelado. Pude ver o corpo musculoso do rapaz. E a pica imensa e linda.
Ele tinha acabado de sair da academia. A pica tava suada.
Fiquei de joelhos e caí de boca. Babei naquela pica durante um bom tempo.
Ele fudeu minha garganta com vontade.

Aí, ele pediu pra me comer. Perguntou se eu tinha camisinha.
Coloquei a camisinha na pica dele, chupei mais um pouco e me coloquei de quatro.

Ele veio por trás e meteu de uma vez.
Xinguei o filho-da-puta, mas não me mexi. Ele podia fazer o que quisesse com meu rabo.
Ele queria me ver arrombado.
Meteu com força. Suou muito. Lambeu minhas costas, puxou minha cabeça pra beijar minha boca.
Uns beijos quentes e molhados.

Tirou a pica e pediu pra me comer de frango assado. Disse que queria ver a minha cara, enquanto me fudia.

Ficou bombando um bom tempo. Senti meu cu totalmente aberto.

Então ele se deitou de costas e pediu pra eu chupar mais um pouco, enquanto ele brincava com os dedos no meu rabo.
Fiquei chupando a pica, com os dedos do cara no meu cu.
Lambi o saco suado e fui descendo.
Quando minha língua chegou no cuzinho delicioso, ele gozou.

Ele disse que, da próxima vez, quem vai dar o cu é ele.
E foi embora, com um sorriso aberto no rosto lindo.

terça-feira, 5 de maio de 2009

FUDENDO NO MEIO DA TARDE

Ele apareceu no meio da tarde.
Gordinho, mulato escuro, muito tímido, meio retardado, não conseguia dizer direito o que queria.
Não conseguia manter os olhos firmados nos meus, sempre olhando pro chão.

Se ajoelhou e começou a chupar minha pica, que já estava dura.

Perguntou se eu mijava na boca. Fomos pro banheiro, fiz ele se ajoelhar no box. Ele recebeu o primeiro jato de mijo e desistiu.

Mandei ele ir pro quarto e ficar de quatro. Minha intenção era lamber o cu do cara, mas estava meio sujo. Passei saliva no rabo dele e perguntei se ele queria levar pica.
Ele gemeu que sim.
Passei saliva na cabeça do meu pau e forcei a entrada do rabo. A bunda preta do cara era quente.

Ele gemeu. Meti a pica com força e fiquei bombando. Cada vez que minha pica saía do cu do cara, eu via um filete de merda misturado com minha saliva.
Falei pra ele: "Você veio dar o rabo sem se limpar antes, rapaz?" Ele pediu desculpas.
Eu completei, irritado: "Vai levar uma esporrada no rabo, pra aprender a se limpar direito!" E meti a pica bem no fundo.

O cheiro de merda invadiu o quarto. O cara estava gemendo abafado, com a boca no travesseiro.

Apressei as metidas e deixei alguns jatos de esperma no rabo preto do cara.
Tirei a pica de dentro do rabo dele, e estava melecada.
Fiz o cara lamber pra limpar minha pica.

Ele chorou, fez uma cara de nojo e eu disse: "A merda é sua, meu amigo!"

Ele gozou chorando, enquanto lambia meu pau melecado.