terça-feira, 30 de agosto de 2022

UM DIA NA PRAIA

Eu tava trabalhando numa cidade de praia. Tinha dias que as atividades só começavam depois das 18 horas. Nesses dias, eu passava o dia inteiro na praia. Que sempre estava deserta. Num desses dias, eu conheci um cara, Marcelo. Moreno, malhado, sorridente. Ficamos de putaria leve, na beira da praia.

Quando a coisa começou a esquentar, o cara propôs irmos de carro para uma praia mais distante do centro, onde a gente ia poder ficar mais "à vontade". Topei. No carro, já fui chupando o pau dele, enquanto ele dirigia. Pau grosso, bem reto, cabeçudo.

Depois de dirigir por uns 45 minutos, em direção à praia deserta, ele estacionou na beira da estrada, e andamos um pouco por uma trilha até  praia. Praia totalmente deserta. Tiramos a roupa toda e tomamos um banho de mar. Ficamos de putaria na água. 

Saímos da água, fomos para uma sombra, na areia, estendemos uma toalha e eu comecei a chupar o pau dele, salgado da água do mar. Marcelo ficava sorrindo o tempo todo, contente com a putaria.

Me colocou de quatro, passou saliva no pau e no meu cu, e começou a meter devagar. Foi abrindo caminho no meu cu, que foi alargando pra acomodar a pica grossa dele. Devagarinho, foi ajeitando e metendo devagar. Vai e vem compassado, sem pressa. De repente, ele parou e falou: "Puta que pariu, peraí". Ele tinha notado alguém escondido atrás de uma moita.

Marcelo falou pra o cara que tava atrás da moita: "Vem aqui!". O cara era um guri de uns 18 anos, magro, de short e camiseta. Tava escondido, vendo a nossa putaria. O guri se aproximou, Marcelo falou falou: "Bota o pau pra ele chupar". O guri meio sem jeito, botou o pau pra fora do short.

Pau fino, meio torno pra baixo e pro lado, babão. Senti o cheiro forte de pau suado, lambi e comecei a chupar. Marcelo voltou a meter no meu rabo, até que falou pro guri: "Quer meter também?" O guri deu uma risada e falou com a voz trêmula: "Quero". 

Marcelo tirou o pau do meu cu e trouxe o guri pra posição. Ele próprio dirigiu o pau do guri na direção do meu cu e ficou empurrando a bunda do curi, pra meter de ver. O cu já estava macio, entrou fácil. Marcelo perguntou: "Tá bom?" E o guri: "Tá!". Não demorou muito, o guri gozou, enchendo meu rabo de porra.

Assim que o guri terminou de gozar, Marcelo veio e meteu usando a porra do guri como lubrificante e gozou também. O guri lavou a pica na água do mar e foi embora agradecendo: "Valeu!" Marcelo sorriu pra mim e disse: "Acabou levando duas picas no rabo, hein!". Ficamos curtindo a praia pelados por um tempo e depois fomos embora.