sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

NEGÃO NA PRAIA

 



Eu estava andando pela praia quase deserta, numa terça-feira à tarde, passei por um cara que estava parado de bobeira. Negro, magro, de uns 50 anos, de bermuda, boné e sem camisa. Quando ele me viu, passou a mão pela bermuda. Andei mais um pouco e dei meia volta.

Ele tinha se encostado num recuo da praia, perto de um pequeno barranco e abriu a bermuda, mostrando o pauzão grosso. Eu me aproximei e fiquei punhetando aquele pau grande e grosso. Ele tirou a bermuda e ficou totalmente pelado.

Ele começou a alisar minha bunda por dentro do short e perguntou: "Você chupa?" E eu fiz que sim, com a cabeça. Ele veio com a mão na minha nuca e forçou minha cabeça em direção à pica dele. Engoli toda.

Ficou fudendo minha boca, enquanto alisava minha bunda branca e, sem perguntar nada, baixou meu short até os joelhos. Eu chupando a pica. Senti o dedo dele molhado de saliva no meu rabo e entendi o que ele queria. 

Eu perguntei: "Tem camisinha?", ele nem respondeu e me virou de costas pra ele, passou saliva na cabeça da pica e começou a meter. E eu repeti: "Tem camisinha?". O escroto meteu a pica com força e disse "Só um pouquinho". E continuou metendo a pica na minha bunda.

Ele foi aumentando o ritmo e eu senti que ele tava perto de gozar, pedi de novo: "Cara, coloca uma camisinha". Aí, ele segurou meus quadris, e encheu meu cu de porra, dizendo "Viado não engravida". 

Ele gozou litros de porra dentro do meu rabo, senti a porra escorrendo pelas minhas pernas. Ele vestiu a bermuda e saiu andando, como se nada tivesse acontecido.



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