quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

A VOLTA DO MIJADOR CASADO

 

Ele veio de novo. Mandou mensagem: "Tô saindo da academia. Quero aliviar. Posso mijar na sua boca?"

Eu topei na hora. Ele pediu pra eu esperar ele só de cueca. Chegou aqui, abro a porta de cueca. Ele me conduz pro WC. Me coloca ajoelhado ao lado do vaso.

Baixa o short, sinto o cheiro do suor da pica e do saco, dos pentelhos. Ele pede pra eu abrir a boca. Depois de um tempo, começa a mijar na minha boca. Vou engolindo como posso. Escorre mijo no queixo, na barba, no peito, no chão. Vou engolindo.

O pau foi ficando duro. Chupei. Minha boca fedendo a mijo. Então ele diz: "Quero leitar teu rabo" e já vai me virando de costas, ali no chão do banheiro. Molha meu cu com saliva grossa, molha a cabeça da pica, mete devagar.

Vai bombando devagarinho, sentindo o cu macio receber a pica. Apressa o ritmo. Eu sinto o pau latejando porra dentro do meu cu. Ele me xinga "Viado escroto do caralho".

Tira o pau, traz minha boca de volta pra pica, pra eu limpar.

Veste o short e vai embora.

segunda-feira, 4 de março de 2024

CINE PORNÔ


 Cheguei ao cinema do centro da cidade por volta das 18hrs, tava chovendo. Pouco movimento na rua. Entrei direto pro WC, pra mijar. Ninguém por lá. O movimento tava fraco, pouca gente transitando. Então, fui pra sala de projeção. Na tela, um pornozão hétero. Na plateia, alguma movimentação.


Vou direto pro fundo da sala, onde os caras ficam em pé, geralmente, com o pau pra fora, batendo punheta enquanto assistem o filme. Ou até alguém chegar pra mamar ou oferecer o rabo. Fui acostumando a vista.

Na plateia, alguns caras sentados, alguns sem roupa. Um cara já meio coroa circulando entre as fileiras pelado. procurei uma fileira vazia e fui me sentar. Logo um cara veio sentar ao meu lado.

O cara tinha uns 30 anos, bem magro, de boné. Ficou me encarando um pouco e foi lá pra trás da sala. Eu baixei minha calça e minha cueca e fiquei brincando com meu pau, já meio duro. O coroa pelado veio sentar mais ou menos perto de mim e ficou batendo punheta enquanto me olhava.

Notei que tinha um cara meio gordinho, de joelhos no assento da cadeira, de costas pra tela, completamente pelado, oferecendo o rabão, pra quem quisesse meter. Chegou um cara, lambeu o rabo dele, depois meteu, gozou logo e foi embora.

Em seguida, o coroa pelado que estava perto de mim, foi até o gordinho, colocou uma camisinha no pau, e meteu sem dó. O gordinho gemeu alto. O coroa continuou metendo um pouco, mas não chegou a gozar. Saiu andando pelado. O gordinho me notou.

Então, apareceu um terceiro cara, meio nervoso e ficou passando os dedos no rabo do gordinho. Passou cuspe no rabo dele, passou cuspe na própria pica e meteu devagar. O gordinho olhando pra mim direto. E eu batendo punheta, me ajeitei pra ele ficar olhando meu pau.

O cara acelerou as metidas e avisou queria gozar, o gordinho disse: "Pode gozar". O cara despejou dentro do rabo do gordinho. Rapidamente, botou o pau de volta na cueca, fechou a calça e saiu. Acho que foi embora.

Então, o gordinho se levantou da poltrona, completamente pelado - não sei onde ele guardou as roupas - e veio na minha direção. Se aproximou e perguntou: "Posso?". Eu só me ajeitei, pra dar o que ele queria. Então ele se ajoelhou no chão imundo e engoliu meu pau de uma bocada. Com uma mão, eu empurrei a cabeça dele, pra enfiar meu pau fundo na garganta, com a outra, fiquei manipulando o peitinho dele.

Não demorei muito pra gozar e enchi a boca do gordinho de porra grossa.Ele gemeu baixinho, engoliu tudo. Lambeu meu pau como um sorvete. Deixou limpinho. Se levantou e agradeceu, voltou pra poltrona dele.

Passei no WC, lavei a pica, dei outra mijada e fui embora. Já era noite. A chuva tinha aumentado.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

MIJADOR CASADO

 Velho conhecido. 40 e poucos anos, casado. Me procura quando está a fim de uma aventura rápida sem frescura. Dessa vez, ele veio com um papo: "Vc curte mijo?". E eu disse que sim. Ele se animou todo. 

Marcou de passar aqui em casa, na hora do almoço. Chegou, todo animado, já de pau duro dentro da calça. Eu vestindo um short velho e uma camiseta usada.  Fiquei apalpando o pau dele. E ele perguntou: "Vc curte mijada mesmo?". Eu fiz que sim, com a cabeça.

Levei ele pro WC, abri a braguilha dele, coloquei o pau dele pra fora e me ajoelhei na frente dele, dentro do box. Ele riu, sem acreditar, o pau duro. "Posso mijar mesmo?". Eu só abri a boca sorrindo. Mas ele travou.

Então, ele abriu a torneira da pia e deixou a água fazendo barulho. "Lá vai...". E começou a mijar devagarinho no meu peito. Quando o jato de mijo ficou forte, ele mirou na minha barba, na minha boca. "Seu puto". 

Quando já estava no fim da mijada, eu abocanhei o pau dele, ainda sentindo o gosto do mijo salgado na cabeça da pica. Ele ainda deu um jato de mijo na minha boca. "Agora eu quero gozar". Me levantou, todo mijado, baixou meu short e ficou esfregando o pau na minha bunda. 

Ficou esfregando a cabeça da pica na minha bunda, até enfiar só a cabecinha dentro do meu rabo. Ficou brincando com a cabecinha entrando no meu cu, até que eu senti a porra sendo injetada e escorrendo pelas minhas coxas. "Seu puto". 

Me ajoelhei de novo, e voltei a lamber o pau dele, até deixar todo limpo, sem mijo e sem porra. Ele guardou o pau dentro da cueca, me deu um tapinha camarada no rosto, agradeceu e foi embora. E eu fiquei todo mijado o resto do dia.


terça-feira, 5 de setembro de 2023

CHINÊS NO CINEMA



 Fui a um cinema pornô no centro da cidade. Fim de tarde. Depois de dar uma volta, pra avaliar o ambiente, fui para o fundo da sala. Fiquei em pé, no fundo da sala, por trás das poltronas do velho cinema.

Velho cinema com três salas de projeção. Eu estava em uma menor, que devia ter uns 150 lugares. Observando o movimento da putaria nas cadeiras. Caras punhetando, muitas chupadas e alguns mais animados fudendo cu ali mesmo.

Muita movimentação entrando e saindo do WC do cinema, que ficava ali ao lado. Notei que um cara veio se aproximando. Alto, magro, chinês, calça social preta e camisa branca por dentro da calça. Ele devia ter uns 40 anos.

Ele saiu do WC, me viu e veio ficar ao meu lado, em pé, no fundo da sala do cinema. Ficou alisando o próprio pau, por cima da calça. Aí, eu passei a mão no volume dele. Abri o zíper e comecei a brincar com o pau dele, até tirar o pau da cueca. 

Abri a calça do chinês, pra ver o pau e os ovos. Pentelhudo, com os pentelhos lisos. Me ajoelhei e comecei a chupar a pica dele ali mesmo. Pau cheiroso, com pele, tamanho médio, grossinho. Ele segurando minha cabeça. Aí, ele veio falar alguma coisa no meu ouvido, que eu não entendi.

Só depois, entendi: "Condom". Ele queria camisinha. Levantei, peguei uma camisinha no bolso, entreguei a ele, baixei minha calça e minha cueca e virei de costas pra ele, oferecendo meu rabo. Ele colocou a camisinha, pegou saliva com a mão e lubrificou meu cu.

Foi metendo devagarinho, e gemendo baixinho no meu ouvido, falando umas coisas que eu não entendi. Senti os pentelhos dele roçando na minha bunda. Ele rebolando a pica dentro da minha bunda, metendo devagar mas com força. Até o fundo. 

Eu empinei o rabo e ele enterrou fundo no meu cu, e eu senti o pau dele pulsando dentro do meu cu, dentro da camisinha. Meu pau latejando de tão duro.

Ele tirou o pau de dentro de mim, e ficou batendo punheta pra mim, falando coisas no meu ouvido, até eu gozar. Rapidamente, foi embora. Eu ainda fiquei, pra me divertir um pouco mais.

AMIGO DO MEU PAI

 

O amigo do meu pai sempre ia lá pra casa, depois da praia e acabava caindo no sono, bêbado, se sunga, no sofá da sala. Aquilo me deixava doido. Eu ficava olhando o coroa adormecido e o tesão fazia meu pau ficar duraço. Eu tinha 15 anos.

Numa tarde dessas, meus pais foram dormir no quarto, não tinha mais ninguém em casa, e o amigo do meu pai tava lá, dormindo bêbado no sofá. Notei que o pau dele tava meio duro por baixo da sunga. Aquilo foi demais. Me aproximei devagarinho e comecei a alisar o pau dele por cima da sunga.

Ele se mexeu, sem acordar. E o pau dele pulsou dentro da sunga. Esperei ele pegar pesado no sono de novo. Alisei o pau, os ovos, de leve, pra o coroa não acordar. Aí, me ajoelhei ao lado do sofá e fui cheirar a virilha e o saco daquele macho.

Esfreguei minha cara no saco e no pau daquele macho, por cima da sunga. De leve, pra ele não acordar. Mas o pau começou a pulsar na minha cara. O cheiro de virilha suada, de sunga usada me deixando doido de tesão.

Foi aí, que eu senti a mão do coroa na minha nuca, forçando a pica dura na minha cara. Ele esfregou devagarzinho o pau e os ovos na minha cara e disse: "Vai, garoto".

Tomei coragem, tirei o pau dele por baixo da sunga e coloquei na minha boca. Senti o gosto salgado da pica suada e engoli a pica toda. Pau pequeno, com pele. O coroa segurou minha nuca com as duas mãos e enfiou a pica na minha boca até o talo, e disse: "Puta que pariu!"

Eu gemi baixinho e apertei os lábios já na base da pica enquanto alisava os ovos dele. Não demorou muito e o coroa gozou na minha boca. Senti os jatos de porra grossa. Eu fiquei sem saber o que fazer. Então, ele disse: "Engole". Obedeci. Deixei o pau dele limpinho.

Ele fez um carinho na minha cabeça, colocou o pau de volta pra dentro da sunga, me olhou sorrindo e fez um gesto, pedindo segredo. Eu fiz "sim" com a cabeça e fui embora. Voltei a chupar o pau dele outras vezes.


terça-feira, 24 de janeiro de 2023

PUTARIA NO CARRO


 Fui almoçar no shopping. Depois, fiquei andando, olhando as vitrines. Quando eu tava na frente de uma loja de artigos esportivos, notei que um cara estava me olhando. 40 anos, bonito, meio grisalho, roupa social. Ficamos trocando olhares, até que ele sinalizou pra eu seguir ele até o WC.

Cheguei no WC e ele já estava no mictório, fingindo que estava mijando. Abri minha calça, mostrei meu pau e meu saco e fui pro mictório ao lado. Ele olhando fixamente. Peguei no pau dele e ele retribuiu a pegada no meu. 

Ele tinha um pau grosso, coberto de pele, sacão e ovos grandes, todo raspado. Notamos que entrou gente no WC, então ele me chamou pra ir atrás dele. Fomos andando, conversando naturalmente, até o carro dele, no estacionamento.

Ele moveu o carro para um local menos movimentado do estacionamento do shopping e parou o carro. Tirou o pau pra fora e ficou se pegando, mostrando pra mim. Comentei que tinha pele, mas ele mostrou que a cabeça ficava toda à mostra. Pediu pra eu chupar.

Senti o cheiro delicioso da pica suada, esfreguei a pele da pica no meu nariz, lambi as bolas, e engoli a pica. Ele empurrou minha nuca, pra eu engolir a pica toda até o talo. Aí, ele perguntou o que eu curtia. Eu disse que curtia de tudo, sem frescura. Ele pediu pra eu mostrar meu pau.

Minha pica já dura. Ele notou meus pentelhos sem aparar, ficou pegando um pouco. Meu pau babou, ele se aproximou e lambeu a cabeça da minha pica. E chupou meu pau, com a boca quente e molhada. Ele perguntou se eu curtia lamber cu de macho. Eu falei que sim. Ele disse que o cu dele estava raspado e limpo. Eu pedi pra ver.

Ele falou que a gente tinha que sair dali, pra um local mais reservado ainda. Ligou o carro, saímos do estacionamento e fomos para uma área de terreno baldio, atrás do shopping. Ele já conhecia o local. Desligou o carro e baixou a calça e a cueca. Baixou o encosto do banco do carro e ficou de bruços, com a bunda branca e lisinha pra cima. Abriu o rabo.

Eu vi o cuzinho raspado, rosadinho, piscando pra mim. Enfiei minha língua. Cu quente, piscando. Ele gemendo feito puta. Meu pau estourando. Ele pediu pra eu meter um pouco, só na portinha. Baixei minha calça e molhei meu pau com saliva. Fui pra cima dele.

Aos poucos, senti o cu dele engolindo a cabeça da minha pica. Ele gemendo feito puta. Ele pediu: "Chega". E eu: "Só mais um pouquinho". Ele abriu a bunda e empinou o rabo. Minha pica entrou toda de vez. Ele ficou rebolando.

Eu avisei pra ele parar, senão eu gozava. Ele rebolou mais forte. Enchi o rabo dele de porra. E ele me xingando de "filho da puta". Dei umas estocadas ainda. Ele tirou meu pau de dentro dele, e veio lamber minha pica. Disse que sentia o cheiro do cu dele no meu pau. Lambeu o resto de porra nos meus pentelhos.

Me deu um beijo na boca. Beijo quente, molhado, com cheiro de cu e pica. Nos vestimos e ele me deixou no shopping de novo. E foi encontrar com a esposa que estava à espera dele.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

PRAIA DESERTA



 Eu fui a uma praia distante, numa tarde de terça-feira, praia totalmente deserta. Estacionei o carro e desci para a areia só com camiseta, sunga e chinelo. Depois de um tempo, resolvi tirar a sunga e a camiseta e fiquei tomando banho de mar pelado. Voltei pra areia e fiquei tomando sol, totalmente pelado, com a camisa, o chinelo e a sunga ao lado.

Fiquei um bom tempo pelado, sozinho, só indo e vindo do mar para a areia. Até que eu resolvi fechar os olhos e deitar um pouco. Fiquei uns minutos assim. Quando eu abri os olhos, percebi que um cara estava se aproximando, caminhando na beira do mar. Pensei em vestir a sunga rapidamente, mas desisti. Fiquei sentado.

O cara passou por mim, não muito perto e seguiu adiante. Só que, alguns passos depois, ele deu meia volta e veio na minha direção. Discretamente, eu peguei a sunga e cobri meu pau com ela. Ele se aproximou, me cumprimentou e perguntou as horas. Eu disse que não tinha relógio, mas que deviam ser umas 16:30h. Ele perguntou se podia sentar ao meu lado. Eu disse que sim.

Era um rapaz de quase 30 anos, moreno, magro, com cabelos encaracolados, muito queimado de sol, de bermuda, uma camiseta velha e um chapéu. Veio puxando papo, que a praia tava deserta e que dava pra ficar bem à vontade naquele horário. Eu disse que eu estava bem à vontade. E ele: "Tô vendo". Ficamos em silêncio um momento.

Aí, ele falou: "E o que é que vc tá escondendo aí?" e apontou pra minha sunga, que estava em cima do meu pau. Eu afastei a sunga e disse: "Nada". 

E ele disse: "Posso pegar?". 

Eu: "À vontade".

Ele começou a pegar no meu pau e bater punheta devagar, e logo deixou meu pau duro. Ele ficou admirando, sorrindo e pediu: "Posso?". E eu: "Fique à vontade". E ele veio chupar meu pau. Ficou chupando, lambendo, brincando com a língua da cabeça até os ovos. Lambeu minha virilha, lambeu meu saco. Se divertindo. 

Abocanhou meu pau, chupando ritmado e falou: "Quando for gozar, me avisa". E voltou no vai e vem com a boca quente. Não demorei muito e avisei que ia gozar. Achei que ele ia tirar a boca, mas não. Ele enterrou a boca no meu pau até o talo e me fez gozar no fundo da garganta dele. 

Continuou lambendo e chupando a última gota de porra, até deixar meu pau limpinho. Eu notei que o pau dele tava estourando e babando por dentro da bermuda, fui pegar. Amassei um pouco o pau dele, por cima da bermuda. E ele se levantou e disse: "Valeu, vou nessa, minha namorada tá esperando na casa dela".  E saiu sorrindo.