sexta-feira, 11 de março de 2022

PRÍNCIPE PARA SERVIR


 Tinha um grupo de 8 caras, com idades entre 35 e 55 anos, que sempre se encontrava na casa de um ou de outro, para ficar pelado e bater papo, sem frescura. Eram 8 homens, alguns gays, alguns casados, pelados, conversando, bebendo, batendo punheta, pegada leve.

Os encontros aconteciam a cada 15 dias e, além desse núcleo de 8 caras, a gente podia levar um convidado de vez em quando. Geralmente, esses convidados eram também do mesmo perfil que os outros: homens, na faixa entre os 35 e os 55 anos. E a gente passava a tarde e domingo relaxando. O esquema era sempre o mesmo: chegar, tirar a roupa toda e ficar à vontade.

Num desses dias, um cara levou um guri de uns 20 anos, todo branquinho, meio tímido, que ficou encantado de estar no meio daqueles coroas todos pelados. Logo recebeu o apelido de Príncipe. Ele foi tirando a roupa, meio tímido e sentou no chão da sala. 

Não demorou muito, ele começou a pegar no pau do cara que tinha levado ele, que ficou logo animado. Aí, ele começou a chupar o pau. Todo mundo ficou animado, assistindo aquilo. Aí, um amigo sentou ao lado do cara e o guri começou a revezar os dois paus na boca.

Os caras ficaram em volta do Príncipe, que já estava de joelhos, mamando cada uma das picas que estavam à disposição. Eu fiquei sentado numa poltrona, um pouco mais distante, só observando a putaria e batendo punheta de leve.

O cara que tinha levado o Príncipe então coloca o guri de quatro, passa saliva no rabo do garoto e mete a pica devagar. O Príncipe geme abafado com uma pica na boca. Um outro cara se anima e pergunta se pode meter também. O Príncipe e o cara dizem que sim. E começa o revezamento no rabo do Príncipe.

Eu na poltrona, vendo a putaria e alisando meu pau, que já tava duraço. Os caras metiam um pouco no rabo do guri e passavam a vez pra outro meter um pouquinho também. Até que um deles começa a respirar mais pesado, mostrando que vai gozar. E o Príncipe tira a pica que estava na boca, olha pra trás e avisa: "Pode encher de leite". 

 O cara não aguentou e gozou na hora. Depois o anfitrião veio e gozou dentro do rabo do Príncipe, que só gemia alto a cada nova leitada. Um por um, os 6 caras que estavam presentes encheram o cu do guri de porra. Aí, o Príncipe me viu na poltrona, mexendo no meu pau e falou: "E vc não vai querer não?"

Eu mandei ele se aproximar. Ele veio. Falei: "Chupa aqui, quero leitar sua boca". Ele gemeu e começou a chupar meu pau com força. Passei a mão pelo rabo dele e senti a porra dos outros caras escorrendo pelas pernas do guri. Enfiei dois dedos no rabo dele, que estava bem aberto depois de receber a porra de seis picas.

Avisei que eu ia gozar. Ele aumentou o ritmo da chupada e engoliu minha porra toda. Deixou meu pau limpinho. Aí, eu perguntei se ele não ia gozar. Ele disse: "Hoje eu tô aqui para servir." E deu uma risada safada. Foi tomar um banho e logo depois, a festinha acabou. 

segunda-feira, 7 de março de 2022

USADO POR TRÊS


 Antônio entrou em contato. Ele era um cara com quem eu já trepava às vezes. Ele estava com mais dois amigos (Francisco e Paulo) e queria saber se eu estava a fim de fazer uma putaria a quatro. Topei. Ele veio me buscar de carro e depois fomos encontrar os outros dois caras. Fomos a um hotel vagabundo no centro da cidade. Chegamos às 6h da tarde. 

Entramos no quarto imundo, com cheiro de sexo encardido e já começamos a nos agarrar. Antônio tem uns 40 anos é moreno e tem cara de intelectual. Francisco é bem queimado de sol, tem uns 50 anos e um cheiro forte de macho. Paulo é branquinho, tem 40 anos e cara de bom-moço.

Não demorou muito, a gente já estava pelado, todo mundo roçando em todo mundo. O cheiro de suor de macho dominou o quarto. Francisco era o mais animado, ficava dando beijos e enfiando a língua nas nossas bocas. Começou a chupação de pau. Todo mundo chupou o pau de todo mundo. 

Antônio, pau pequeno, cabeçudo, sem pele. Francisco, pau grosso, babão, prepúcio sobrando. Paulo, um pau lindo, comprido. cabeça pequena, elegante, com pele. Sentei na cama e eles ficaram revezando os paus na minha boca e se beijando. Fiquei comparando cheiros, tamanhos. Putaria de machos safados.

Depois de um tempo, Antônio me colocou de frango assado, com as pernas pra cima e veio lamber meu rabo. Francisco veio enfiar o pau na minha boca. Antônio ficou lambendo meu cu e chupando o pau de Paulo. Até que conduziu o pau de Paulo pra minha bunda. Paulo tinha um pau delicioso, me comeu com maestria. Aí, Antônio quis revezar com ele. E ficaram os dois alternando o pau no meu cu.

Francisco com o pau babando na minha boca. Antônio não demorou muito e me encheu de leite no rabo. Aí, Francisco veio meter no meu cu, usando a porra do outro como lub. A pica grossa entrou fácil no meu rabo aberto e leitado. Antônio veio pra eu chupar o pau dele recém gozado.

Paulo ficou olhando meio afastado, batendo punheta de leve. O cheiro do sovaco de Francisco dominando o ambiente, axila limpa suada, sem desodorante. Cheiro de macho. Ele me segurou com força, bombou meu cu e encheu meu rabo de porra. Pingando suor na minha cara e no meu peito.

Quando ele saiu, Paulo veio todo carinhoso e voltou a meter em mim. Devagarzinho, ritmado, deslizando a pica na porra dos outros dois. Eu sentia a pica de Paulo completamente untada com a porra dos outros dois. Ele foi aumentando o ritmo, pegou no meu pau e disse que queria me ver gozar com o pau dele dentro. Bateu punheta pra mim, até que eu gozei em cima da minha barriga.

Não demorou muito, senti o pau de Paulo pulsando dentro do meu cu. E ele deitou em cima de mim, colando o peito dele no meu, com a minha porra misturada com suor. Aí, todo mundo foi tomar banho no minúsculo banheiro do quarto do hotel. E eu falei: "Porra, vocês me arrombaram." 

Foi então que Antônio revelou que tinha me chamado porque os três eram ativos e estavam precisando de um passivo pra descarregar, e ele sabia que eu ia dar conta dos três. Meu cu que lute. 

Já passava da meia-noite.

Peguei o contato de Paulo, pra gente fuder só nós dois uma próxima vez.