segunda-feira, 30 de agosto de 2021

ESQUEMA

 O cara é vizinho. A gente se esbarrou num app. Ficamos de papo. Aí, ele perguntou se eu topava fuder num esquema anônimo. Eu disse que topava. E falei: "Me espere com o rabo pra cima, de olhos vendados. O esquema é chegar, meter, gozar e ir embora. Sem papo, sem frescura." 

Ele ficou doido de tesão e me passou o endereço. Cheguei lá, ele me deu acesso ao prédio e eu subi, meu pau já estourando dentro da cueca. A porta do apartamento estava destrancada. 

Abri e vi aquele rabão branco. Ele ajoelhado em umas almofadas, com o corpo no sofá e o rabo à disposição.

Fechei a porta, brinquei com o cu dele com os dedos. Então, enfiei a língua naquele rabo. Ele gemendo baixinho, quase choramingando. Lambi muito aquele cu rosado, pra deixar bem molinho.

Abri minha calça, tirei o pau pra fora da bermuda, lubrifiquei a cabeça com saliva e encostei a cabeça na portinha do cu. Ele gemeu alto. Fui metendo devagarinho, sentindo o cu dele engolir meu pau aos poucos, até meus pentelhos roçarem na bunda dele. 

Assim que o rabo se acostumou com meu pau, comecei a bombar devagar. Eu tava com muito tesão, sem gozar há uns 3 dias, não demorei muito pra encher o rabo dele de leite. Ele choramingando, sentindo meu pau pulsando dentro do cu e me xingando: "Seu puto!"

Ainda fiquei no vai e vem dentro do cu dele, aproveitando a porra pra deslizar macio. Tirei meu pau ainda pingando, guardei dentro da cueca. Dei um beijo no cu dele, fiz um carinho no pau duração dele e no saco e fui embora.

É vizinho, acho que vai rolar de novo, qualquer dia desses.



quarta-feira, 11 de agosto de 2021

MAMADA NO SEGURANÇA DA OBRA

 Eu tava voltando pra casa de madrugada e passei por uma obra. Bem em frente à entrada da obra, tinha um solitário segurança, sentado numa cadeira de plástico improvisada. Negro, alto, esguio, mas com os braços e pernas grossos.

Ele tava sentado, alisando calmamente a pica, por cima da calça do uniforme. Volume bom. 

Diminuí a velocidade e abri o vidro do carro. Passei olhando. Ele me olhou e pegou no pau com vontade. Dei uma volta com o carro e parei ao lado dele. Ele disse que era pra eu estacionar na rua ao lado e chegar a pé. Eu obedeci.

Cheguei e ele ficava sorrindo e pegando no pau o tempo todo. Então eu perguntei: "E aí, tem leite aí pra mim?". Ele riu e respondeu: "A mamadeira tá cheia." E fez sinal para eu entrar no portão improvisado com tapume.

A obra já estava quase finalizada, mas a instalação elétrica ainda estava sendo feita. Tinha uma lâmpada solitária, pendurada em um fio no meio do salão de entrada. O segurança pegou outra cadeira de plástico, jogou um pedaço de papelão no chão, na frente da cadeira, baixou a calça e a cueca e sentou na cadeira.

Entendi o que era pra eu fazer. Me ajoelhei no papelão, na frente dele e caí de boca na pica do cara. Pica grossa, preta, saco pendurado. Ele puxou a pele da pica e eu senti o cheirão de pica suada. Limpa, mas suada. Fiquei cheirando um pouco a pentelhada e o saco. Aí, ele falou, sacana: "Quer chupar? Coloca dez reais na minha mão." 

Eu falei, com a voz tremida: "Quero". Peguei a carteira e entreguei uma nota de R$ 10 na mão dele. Ele guardou o dinheiro no bolso da camisa, depois pegou minha cabeça e enfiou a pica na minha boca.

Ficou fudendo minha boca, falando que ia fuder minha boca até gozar, que viado que fica manjando pica de macho tem mais é que levar porra na garganta. A pica era meio curvada pra baixo, então ele enfiava fácil na minha garganta. 

Apertei os lábios, quando senti que ele ia gozar e ele continuou fudendo minha boca, enquanto os jatos de porra grossa encheram minha boca. E ele falando: "Engole tudo, porra, engole essa porra". 

Deixei o pau dele limpinho. Ele se despediu rapidamente com um "Valeu". Eu fui pro carro, bati uma punheta e gozei ali mesmo, com a boca ainda cheirando a porra do cara. 

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segunda-feira, 2 de agosto de 2021

RAPIDINHA COM O BRANQUINHO

 O cara chegou e eu já abri a porta pelado. Branquinho, 40 e poucos anos, médico.

Sentou na cama, já com a bermuda aberta e o pau pra fora. Eu ajoelhei no chão e comecei a chupar a pica dele. Ele avisou que não ia poder demorar muito, que tinha que voltar pra casa.

Tirei a bermuda dele e fui sentar, mas ele me puxou mais um pouco e começou a chupar meu pau duro. Meu pau é maior que o dele e ele sempre fica encantado. Chupou bastante meu pau. Aí, eu passei saliva no meu rabo e na pica dele e sentei devagarinho.

Aí, ele disse: "Isso, só a cabecinha". Fiquei brincando de sentar na cabecinha, até que ele puxou meu quadril pra baixo e enterrou a pica no meu rabo. Meu pau latejando de duro. Ele molhou a mão dele de saliva e começou a bater punheta no meu pau.

Eu avisei que estava perto de gozar, ele acelerou a punheta e eu esporrei na barriga e no peito dele. Leite farto, grosso. Aí, ele me colocou de quatro na beira da cama e veio por trás. Meteu de vez no meu cu que já estava macio.

Não demorou muito, senti o pau dele latejando dentro do meu rabo, enquanto ele me chamava de puto. Ele se limpou com papel higiênico e foi embora. Me deixou aqui, com o cu cheio de leite.