sexta-feira, 25 de março de 2011

SEM FRESCURA NEM ENROLAÇÃO



Cara casado, 40tão. Chegou de moto. Entrou e me arrastou pro banheiro do apartamento.


Foi direto ao assunto, sem tirar a roupa, só abrindo a calça: "Tô com a pica suja, vem limpar com a boca."

Eu obedeci.


Enquanto eu usava minha língua pra limpar a pica fedida, mijada e suada, ele foi explorando meu cu com os dedos.


Aí, me levantou, fez eu me apoiar na pia e passou saliva no meu rabo. E disse: "Vou te foder sem camisinha, seu viado."


Meteu devagar. Senti a pele do prepúcio arregaçando dentro do meu cu. Eu gemi baixinho. Ele reclamou: "Tá gemendo, por que, seu puto? Não tá acostumado a receber pica no rabo?"


Fui bater punheta no meu pau, mas ele não deixou: "Você tá aqui pra me servir. Não tem que botar a mão nesse negócio."


Cravou as unhas nos meus quadris e começou a bombar com força.


Senti a pica pulsando dentro de mim. Várias golfadas de porra.


Aí, ele tirou a pica de dentro e me colocou dentro do box do banheiro e mandou eu me ajoelhar.


E disse: "Recebeu minha porra no cu, agora vai receber uma mijada na boca."


Senti o gosto do meu rabo na pica dele. E veio o jato forte de mijo. Ele bateu de leve no meu rosto e disse que era pra eu beber tudo.


Mijou de olhos fechados. Meu pau latejando e babando de tesão.


Terminou de mijar, sacudiu a pica perto da minha boca. Me levantou olhando nos meus olhos e me beijou, sugando minha língua, pra sentir o gosto do mijo dele na minha boca.


Fechou a calça. Se despediu.


Ouvi o motor da moto se afastando, enquanto batia uma punheta no box do banheiro todo mijado.

Nenhum comentário:

Postar um comentário