Fiz contato via bate-papo. Guri de 25 anos, baixinho, bonitinho, doido pra levar pica no rabo.
Marquei com ele na esquina de casa. Ele chegou, entrei no carro dele.
Trouxe o guri pra casa.
Mal entramos no apartamento, ele já foi caindo de boca na minha pica. Se ajoelhou e ficou mamando e gemendo.
Mandei ele tirar a roupa toda e fiz ele ficar de quatro na cama.
Lambi o rabinho dele até deixar bem relaxado. Peguei lubrificante e avisei: "Vou te comer"
Ele entrou numa viagem que eu era o pai dele e que a gente tinha que aproveitar que a mãe tinha saído, pra fuder.
Lubrifiquei o cu do guri e meti um dedo, pra alargar.
Depois enconstei a cabeça da minha pica no rabo do guri. Ele gemeu e veio pra trás, fazendo minha pica entrar quase toda, me chamando de "pai".
Eu entrei no jogo: "Fica quietinho, que seu pai não vai te machucar"
E comecei a bombear no rabo do guri. Fazia a pica entrar toda e depois tirava quase toda, até acabecinha aparecer pra fora, e metia de novo, com calma.
O guri começou a choramingar. E eu disse: "Não chora, agüenta!"
Mudei de posição, me sentei na beira da cama e fiz o guri sentar na minha pica, de frente pro espelho do guarda-roupa, pra ele ver minha pica entrando no rabo dele.
Ele avisou que ia gozar. E gozou.
Ajoelhou no chão, aos meus pés e voltou a chupar minha pica, se olhando no espelho.
Eu avisei que ia gozar. O guri meteu a boca com vontade e mamou tudo. Depois veio me dar um beijo na boca e agradeceu ao papai.
Prometeu voltar pra receber mais pica no rabo outro dia.
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