Antônio entrou em contato. Ele era um cara com quem eu já trepava às vezes. Ele estava com mais dois amigos (Francisco e Paulo) e queria saber se eu estava a fim de fazer uma putaria a quatro. Topei. Ele veio me buscar de carro e depois fomos encontrar os outros dois caras. Fomos a um hotel vagabundo no centro da cidade. Chegamos às 6h da tarde.
Entramos no quarto imundo, com cheiro de sexo encardido e já começamos a nos agarrar. Antônio tem uns 40 anos é moreno e tem cara de intelectual. Francisco é bem queimado de sol, tem uns 50 anos e um cheiro forte de macho. Paulo é branquinho, tem 40 anos e cara de bom-moço.
Não demorou muito, a gente já estava pelado, todo mundo roçando em todo mundo. O cheiro de suor de macho dominou o quarto. Francisco era o mais animado, ficava dando beijos e enfiando a língua nas nossas bocas. Começou a chupação de pau. Todo mundo chupou o pau de todo mundo.
Antônio, pau pequeno, cabeçudo, sem pele. Francisco, pau grosso, babão, prepúcio sobrando. Paulo, um pau lindo, comprido. cabeça pequena, elegante, com pele. Sentei na cama e eles ficaram revezando os paus na minha boca e se beijando. Fiquei comparando cheiros, tamanhos. Putaria de machos safados.
Depois de um tempo, Antônio me colocou de frango assado, com as pernas pra cima e veio lamber meu rabo. Francisco veio enfiar o pau na minha boca. Antônio ficou lambendo meu cu e chupando o pau de Paulo. Até que conduziu o pau de Paulo pra minha bunda. Paulo tinha um pau delicioso, me comeu com maestria. Aí, Antônio quis revezar com ele. E ficaram os dois alternando o pau no meu cu.
Francisco com o pau babando na minha boca. Antônio não demorou muito e me encheu de leite no rabo. Aí, Francisco veio meter no meu cu, usando a porra do outro como lub. A pica grossa entrou fácil no meu rabo aberto e leitado. Antônio veio pra eu chupar o pau dele recém gozado.
Paulo ficou olhando meio afastado, batendo punheta de leve. O cheiro do sovaco de Francisco dominando o ambiente, axila limpa suada, sem desodorante. Cheiro de macho. Ele me segurou com força, bombou meu cu e encheu meu rabo de porra. Pingando suor na minha cara e no meu peito.
Quando ele saiu, Paulo veio todo carinhoso e voltou a meter em mim. Devagarzinho, ritmado, deslizando a pica na porra dos outros dois. Eu sentia a pica de Paulo completamente untada com a porra dos outros dois. Ele foi aumentando o ritmo, pegou no meu pau e disse que queria me ver gozar com o pau dele dentro. Bateu punheta pra mim, até que eu gozei em cima da minha barriga.
Não demorou muito, senti o pau de Paulo pulsando dentro do meu cu. E ele deitou em cima de mim, colando o peito dele no meu, com a minha porra misturada com suor. Aí, todo mundo foi tomar banho no minúsculo banheiro do quarto do hotel. E eu falei: "Porra, vocês me arrombaram."
Foi então que Antônio revelou que tinha me chamado porque os três eram ativos e estavam precisando de um passivo pra descarregar, e ele sabia que eu ia dar conta dos três. Meu cu que lute.
Já passava da meia-noite.
Peguei o contato de Paulo, pra gente fuder só nós dois uma próxima vez.
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