Eu tava voltando pra casa de madrugada e passei por uma obra. Bem em frente à entrada da obra, tinha um solitário segurança, sentado numa cadeira de plástico improvisada. Negro, alto, esguio, mas com os braços e pernas grossos.
Ele tava sentado, alisando calmamente a pica, por cima da calça do uniforme. Volume bom.
Diminuí a velocidade e abri o vidro do carro. Passei olhando. Ele me olhou e pegou no pau com vontade. Dei uma volta com o carro e parei ao lado dele. Ele disse que era pra eu estacionar na rua ao lado e chegar a pé. Eu obedeci.
Cheguei e ele ficava sorrindo e pegando no pau o tempo todo. Então eu perguntei: "E aí, tem leite aí pra mim?". Ele riu e respondeu: "A mamadeira tá cheia." E fez sinal para eu entrar no portão improvisado com tapume.
A obra já estava quase finalizada, mas a instalação elétrica ainda estava sendo feita. Tinha uma lâmpada solitária, pendurada em um fio no meio do salão de entrada. O segurança pegou outra cadeira de plástico, jogou um pedaço de papelão no chão, na frente da cadeira, baixou a calça e a cueca e sentou na cadeira.
Entendi o que era pra eu fazer. Me ajoelhei no papelão, na frente dele e caí de boca na pica do cara. Pica grossa, preta, saco pendurado. Ele puxou a pele da pica e eu senti o cheirão de pica suada. Limpa, mas suada. Fiquei cheirando um pouco a pentelhada e o saco. Aí, ele falou, sacana: "Quer chupar? Coloca dez reais na minha mão."
Eu falei, com a voz tremida: "Quero". Peguei a carteira e entreguei uma nota de R$ 10 na mão dele. Ele guardou o dinheiro no bolso da camisa, depois pegou minha cabeça e enfiou a pica na minha boca.
Ficou fudendo minha boca, falando que ia fuder minha boca até gozar, que viado que fica manjando pica de macho tem mais é que levar porra na garganta. A pica era meio curvada pra baixo, então ele enfiava fácil na minha garganta.
Apertei os lábios, quando senti que ele ia gozar e ele continuou fudendo minha boca, enquanto os jatos de porra grossa encheram minha boca. E ele falando: "Engole tudo, porra, engole essa porra".
Deixei o pau dele limpinho. Ele se despediu rapidamente com um "Valeu". Eu fui pro carro, bati uma punheta e gozei ali mesmo, com a boca ainda cheirando a porra do cara.
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