segunda-feira, 5 de julho de 2010

O ESPANCADOR




Marquei com o cara. Sem muita frescura, sem bla-bla-blá.
Em menos de 20 minutos, o cara estava na minha casa.

Eu já abri a porta pelado.

Ele veio direto pro quarto. Tirou a roupa e eu vi o cockring de couro com tachas. E pensei: vai ser divertido.

O cara tem uns 40 anos, branco, bonito, olhos claros.

Me colocou pra chupar o pau dele. Um pau grande, grosso, curvado pra baixo, rosado, com a cabeça vermelha. Chupei muito, com o cara empurranto pela minha garganta até me fazer engasgar várias vezes.

Aí, ele me colocou de quatro na beira da cama e começou a me fuder com a língua. Enfiava a língua de vez, com força.

Aí, meteu a pica de vez. Ficou mandando eu relaxar, pra afrouxar o cu. Foi bombando devagarzinho. Brincando com meu cu, metendo só a cabecinha. Tirando toda a pica e metendo de vez.

Mandou eu tirar a mão do meu pau. Disse que queria que eu sentisse prazer só pelo cu. Queria deixar meu cu aberto.

O cara começou a cheirar poppers e começou a bombar com força. Aí, quando bateu a onda do poppers, ele começou a dar uns tapas na minha bunda e bombou mais forte.

Aí, o cara ficou doido. Começou a bater na minha bunda com muita força, pra machucar, enquanto bombava a pica duraça.

Depois do terceiro tapa realmente forte na minha bunda, eu pedi pra ele parar. Ele agarrou as minhas ancas com força e disse que estava quase gozando.

Esporrou no meu rabo, enfiando tudo até o talo.

Tirou a pica de dentro e eu senti a porra escorrendo por trás das minhas coxas.

Mandei o cara se vestir e ir embora.

Fiquei com o hematoma enorme na anca. E o resto de porra do cara pra me divertir sozinho.

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